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Vibrações magnéticas são mostradas em cores pela primeira vez

03/01/2006


Vibrações magnéticas são mostradas em cores pela primeira vez


Vibrações de magnetização foram capturados pela primeira vez por uma câmera, revelando um arco-íris de cores. Nunca antes haviam sido geradas imagens de pulsações magnéticas induzidas na freqüência da luz visível. A experiência, feita por cientistas da Universidade de Manchester, Inglaterra, foi publicada na revista Nature.


As cores são produzidas quando um novo tipo de material, criado pelos cientistas, é exposto à luz. As vibrações magnéticas induzidas no material são tão fortes que elas alteram a cor do material de amarelo para verde. Estas vibrações supostamente seriam impossíveis em um material natural.


O material artificial, criado em colaboração com o Instituto Chernogolovka de Tecnologias Microeletrônicas, da Rússia, e com a Universidade de Aston, na Inglaterra, possui propriedades ópticas "não naturais" e pode ser um precursor de uma "lente perfeita", focando imagens para mostrar características menores do que o próprio comprimento de onda da luz.


Toda a pesquisa realizada foi baseada na teoria de outro cientista inglês, John Pendry, que lançou a idéia de se gerar respostas magnéticas em compósitos não magnéticos.


"Esta descoberta poderá ser um marco para a óptica e poderá ajudar a tornar realidade os materiais canhotos na faixa da luz visível, que prometem a possibilidade da criação da lente perfeita. Ela também poderá nos fornecer os recursos para a construção de novos dispositivos ópticos, como spasers e nanolasers," diz o cientista Alexander Grigorenko.


O novo nanomaterial foi criado recobrindo-se uma placa de vidro com pares de minúsculos pilares de ouro, cada um com cerca de 100 nanômetros de altura. Os pesquisadores descobriram que a luz interage com estas estruturas, induzindo correntes que criam vibrações magnéticas entre os pares de pilares, alterando a propriedade de reflexão. Assim, embora seja recoberto por ouro, o material possui propriedades ópticas diferentes do próprio ouro.


Os pesquisadores também demonstraram que a permeabilidade negativa - uma condição necessária para se construir um material canhoto, com índice de refração negativo - é possível de ser alcançada para ondas da luz visível.


Aplicações potenciais para o novo material e suas propriedades únicas incluem: lentes menores e "inteligentes", lasers miniatura que poderão ser construídos no interior de chips de computador, químicos ultra-sensíveis e bio-detectores.


Publicação 08/12/05  site: inovacaotecnologica.com.br






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